sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A minha avó num tubo de creme


A minha avó nasceu 11 anos antes da criação deste creme. Apesar disso, este creme não seria a mesma coisa sem a minha avó dentro dele.

Recentemente a marca voltou a relançar o produto e eu comprei-o porque me lembrava ela. Desde então, os três cumprimos juntos um ritual meticuloso: eu esfrego-o em mim, ele cheira-me a ela e ela sorri-me.

E por momentos somos imensamente felizes.

8 comentários:

Poetic GIRL disse...

Uau que bonito! beijocas

maria teresa disse...

Porque será que eu também ainda tenho em mim o sentir do aroma deste creme?
Abracinho meu!

Carapau disse...

Para falar com franqueza eu não sou especialista em cremes. No entanto ou estou muito enganado ou uma das primeiras pastas de dentes que usei era "Benamor" (sim também usei "Couto", mas julgo que não estou a fazer confusão).
Já agora, Benamor (Álvaro) era também o nome de um actor, "galão" durante muitos anos e não sei se a marca do creme não terá a ver com o nome desta família.

AVOGI disse...

VOLTASTE, Ainda BEM Que VOLTASTE, já tinha saudades dos teus comentos.
bem vinda...novamente já vou por-te ao lado direito , não , não é no coração esse já estás desde que vim cá pela primeira vez) é nos links a visitar
KIS :=)

Calendas disse...

Poetic girl: beijocas também para ti.

Calendas disse...

Maria Teresa: perguntas qual a razão de ainda teres o aroma do creme em ti.

Ocorrem-me algumas ideias:

a) não te lavas convenientemente (lol);
b) colocaste demasiado e muitas vezes?

c) Será que é por seres avó?

Calendas disse...

Carapau: está-me cá a parecer que o Benamor não será muito adequado à dentuça, a não ser que queiras hálito a rosas silvestres.

Calendas disse...

Avogi: voltei, por isso estou perdoada (já ouvi isto em qq lugar, parece-me). Bota-me aí juntinho ao teu coração sff.